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6 Mitos sobre links patrocinados e mídias pagas


- 18/03/2018 - 0 comments

Mito #1 – “Não vale a pena investir em links patrocinados e mídia paga para ter tráfego”

Se você não investir, perderá oportunidade de impactar em canais e lugares que seu público-alvo está e nos quais provavelmente seu concorrente já se faz presente e você não.

Seguindo uma analogia, vamos supor que você tenha uma loja em um shopping. Você não precisa pagar para divulgá-la. Porém, vai estar no mesmo nível de todas as outras concorrentes. Com a presença digital é semelhante.

Ter uma página no Facebook e não a divulgar, por exemplo, é o mesmo. Lembre-se de que mesmo que sua empresa já tenha uma presença online, ela está dividindo o espaço com muitas outras.

Investimento em links patrocinados e mídia paga irão destacá-la.

Você pode também criar segmentações para diferentes públicos via anúncios, que deverão impactar o público interessado em um determinado assunto.

Ou, também, pode impactar um público que não seria possível de ser alcançado se não fosse através das segmentações de mídia.

Mito #2 – Comprar mídia em apenas um canal já é suficiente!

Deixar de testar novos canais pode não dar referências de como comparar métricas e dados para seu negócio ou até mesmo saturar em um canal somente, tendo em mente que seu público-alvo pode estar em vários pontos de contatos, dependendo de sua jornada de compra ou comportamento.

É recomendável, nesse caso, criar demandas de poucos investimentos em outros canais para fazer análises de curto prazo.

E, após as análises, verificar se tem potencial de colocar mais investimento.

Diversificar as campanhas também abre a possibilidade de inovar em um novo canal ou ser pioneiro de um concorrente em mercado de lance (bidding) bem competitivo.

Mito #3 – “Não é preciso segmentar campanhas: quanto mais gente melhor”

Parece bem óbvio, mas não é possível agradar a todos os mercados.

Trabalhar com nichos personalizados tende a ter mais resultados do que querer atingir a todos.

Deixando ampla demais a escolha do seu público e sua segmentação, você desperdiçará dinheiro e deixará de impactar pessoas relevantes para sua campanha.

Mito #4 – “Mídia paga tem o mesmo efeito que postar nas redes sociais organicamente”

As conversões dos posts pagos chegam a ser 25% maiores que os posts não utilizados com anúncios.

Mesmo sabendo que o alcance orgânico é baixo, isso não é só um dos fatores. O maior deles é segmentar a mensagem do post para o público específico.

Embora muita gente tenda a clicar mais em posts com muitas curtidas, compartilhamentos e comentários de prova social (social proof), é importante ressaltar as definições das métricas mais importantes que números de engajamento, como conversões no site de destino e cliques.

Mito #5 – “Não preciso rastrear as URLs”

Iniciar uma campanha sem a definição de URLs trackeadas com o Google Analytics por campanhas de mídia é como ficar com dados no escuro.

O mais interessante é entender em qual canal, formato ou peça do anúncio o investimento está sendo feito corretamente.
Com as metas claras e KPIs de performance para ter controle das ações de mudança e otimizar as campanhas no meio do caminho, fica visível apresentar os relatórios e acompanhamento da campanha ao longo do caminho.

 

Mito #6 – “É só seguir fazendo o mesmo que os resultados aparecem”

 

“Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”

– Albert Einstein 

A mídia paga e os links patrocinados sempre estão mudando.

O lance de leilão fica caro, concorrentes sempre estão presentes, novos formatos sempre aparecem e, se não estiver atualizado em novas campanhas, você pode estar perdendo resultados pelos novos updates.

Assim como é importante manter campanhas contínuas “always-on” para ter histórico, índice de qualidade e relevância, reserve sua verba e recursos para esses novos testes.

Também não deixe de lado os pequenos experimento de teste A/B, como testar cores de botão de CTA, mudar aquele banner que já está rodando há algum tempo, trocar ou refazer os ad copies (textos e redação dos anúncios).

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